TA 3,1 A (Salt.: sem III)
3º DOMINGO DO TEMPO DO ADVENTO.
- São João da Cruz, Presbítero e doutor da Igreja, mo.
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Está na moda a frase «o que a Ciência tem a dizer», embora seja sempre bem-vindo quando algum cientista queira ensinar alguma coisa da sua especialidade. Equivalente a essa frase, quando se trata de história, podemos dizer «o que a História tem a dizer».
O que a História tem a dizer sobre o NATAL? É uma festa cristã que celebra o NASCIMENTO DE JESUS CRISTO. Antes dos cristãos terem instituído a festa, ninguém falava de NATAL, nenhum povo pagão falava disso. Não se pode falar do que não existe.
O que a História tem a dizer sobre a Árvore de Natal? É um pinheiro e está associada ao NATAL, isto é, ao nascimento de JESUS CRISTO na história.
Não sendo o símbolo mais importante do NATAL, deve sempre ter um Presépio ao lado, este, sim, o símbolo principal do NATAL.
Assim, uma árvore enfeitada sem o Presépio ao lado, é uma árvore vazia, mas não é de Natal.
Diz a História que São Bonifácio, na evangelização (humanização) da Alemanha, viu um grupo de pessoas, que dançavam sob um carvalho enfeitado, prestes a sacrificar um bebé ao deus Thor. Pode-se ver aqui a crueldade das religiões naturais, que se adoentaram devido à herança do pecado original.
São Bonifácio pegou num machado, invocou o SANTO NOME de JESUS de modo que com um só golpe milagrosamente derrubou o carvalho espantando todos os que presenciavam essa cerimónia diabólica. Ao cair o carvalho, revelou-se atrás dele um pinheiro jovem. Disse São Bonifácio:
«Esta árvore seja o símbolo do verdadeiro DEUS, as suas folhas são sempre verdes e não morrem.»
E ainda mencionou que as agulhas da árvore apontavam para o alto e ela tinha forma triangular, representando a SANTÍSSIMA TRINDADE.
Toda a multidão se converteu ao cristianismo e assim nasceu a Árvore de Natal, que se espalhou pela Europa e pelo mundo. Uma árvore enfeitada, mas sem o Presépio, é uma falsificação da Árvore de Natal, porque esta tem a ver com o NATAL.
E o Pai Natal também é outro símbolo do NATAL, mas secundário como o da Árvore de Natal. O único símbolo principal é o Presépio, pois diz explicitamente aquilo que o NATAL é.
Quem é o verdadeiro Pai Natal? Veio de alguma bebida ou do Pólo Norte ou dalgum país escandinavo? Anda em renas voadoras? É São Nicolau, que foi Bispo de Myra, na actual Turquia, século IV.
Hoje, chega-se à perversidade de juntar à Árvore de Natal falsificada (sem Presépio) um bonequinho que faz figura perfeita do Diabo, jamais do Pai Natal.
Hoje temos iluminações na Europa e no mundo que não têm nada a ver com o NATAL e por isso são vazias e tristes, sem nenhuma esperança nelas. Há cidades mais ricas e mediáticas e outras menos ricas na iluminação, mas todas têm em comum a tristeza e o feio. Quando as iluminações eram do NATAL, eram ricas, inspiravam paz e uma alegria profunda, cheias de beleza.
Quem é inimigo do NATAL é inimigo da sua salvação. Diante de DEUS (do NATAL), ninguém pode ficar indiferente, tem que fazer a sua livre escolha e aceitar as suas consequências.
| Naquele tempo, disse JESUS a Nicodemos:
«DEUS amou tanto o mundo que entregou o Seu FILHO Unigénito, para que todo o homem que acredita nELE não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque DEUS não enviou o Seu FILHO ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ELE.
Quem acredita nELE não é condenado, mas quem não acredita nELE já está condenado, porque não acreditou no nome do FILHO Unigénito de DEUS». |
(João III, 16-18)
- MARANATHA! Vem, SENHOR JESUS! Vem trazer ao mundo a paz de DEUS.
«MARIA, fonte da ESPERANÇA, neste Tempo do Advento, Vossa mão nos leve ao SENHOR, ao Seu Santo NASCIMENTO.» (Refrão de cântico para este tempo)
Um Santo Domingo do Advento!
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